NOTÍCIAS
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Re: NOTÍCIAS
Sei, como a EMBRAER virou parceira da Dassault?
Olha Bolvo, otimismo é muito bom, eu gosto. Mas essas propostas maravilhosas na reta final do FX...
Estou mesmo fazendo o papel de advogado do diabo, mas nada a ver com o vetor em si, entenda, mas sim com todo o jogo envolvido na escolha.
Olha Bolvo, otimismo é muito bom, eu gosto. Mas essas propostas maravilhosas na reta final do FX...
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- Túlio
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Re: NOTÍCIAS
Pois é, mas reconheçamos que esta 'carta na manga' seria MATADORA, não?
“Look at these people. Wandering around with absolutely no idea what's about to happen.”
P. Sullivan (Margin Call, 2011)
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Re: NOTÍCIAS
Hmmmm Túlio, depois que vi o super-pacotão francês eu realmente não sei. Se fosse só a FAB, beleza, tava no saco. Mas a francesada botou todo mundo no rolo, tem brinquedo até pro irmão muquirana, o EB.
É aquilo, vamos ver no papel e tomara que não seja como quando saiu o short-list, que as promessas não precisavam ser assim tããããão sérias.
Mas apenas falando de FAB, realmente é muito tentadora a possibilidade de uma aprticipação profunda no programa Gripen-NG realmente suplanta as poucas desvantagens do caça mosquito ante o Rafa.
E tira essas coisas encoleiradas do Mitinga-II, por favor mister SAAB!!!!!
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É aquilo, vamos ver no papel e tomara que não seja como quando saiu o short-list, que as promessas não precisavam ser assim tããããão sérias.
Mas apenas falando de FAB, realmente é muito tentadora a possibilidade de uma aprticipação profunda no programa Gripen-NG realmente suplanta as poucas desvantagens do caça mosquito ante o Rafa.
E tira essas coisas encoleiradas do Mitinga-II, por favor mister SAAB!!!!!
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- Túlio
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Re: NOTÍCIAS
Nem esquentes o Obrahma Binla é sangue bão, gente fina & quetales, tudo fará e proverá pelo nosso bem (e não pelos nossos bens...)...
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“Look at these people. Wandering around with absolutely no idea what's about to happen.”
P. Sullivan (Margin Call, 2011)
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Re: NOTÍCIAS
Helicóptero militar venezuelano cai e mata ao menos 18
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da France Presse, em Caracas
Ao menos 18 pessoas morreram neste domingo na Venezuela devido à queda de um helicóptero que fazia patrulha na fronteira com a Colômbia, informou hoje o presidente venezuelano, Hugo Chávez.
Entre os mortos está o general Domingo Faneite, comandante da Simulação de Operações Número 2. Também morreram 16 militares e um civil no acidente, informou Chávez durante seu programa semanal de rádio de TV "Alô, Presidente".
"Rendo meu tributo a estes soldados da pátria, sobretudo ao general Faneite, que foi meu cadete", disse o presidente, que é um tenente-coronel da reserva do Exército venezuelano, sem informar o local exato do acidente.
Depois de saudar aqueles que "morreram pela pátria", Chávez recordou que nesta semana o governo dos Estados Unidos "voltou a acusar" seu país de não colaborar concretamente com a luta contra o terrorismo em um documento que, no seu entendimento, reitera " a infâmia de que a Venezuela não patrulha sua fronteira."
"Quantas vidas nos tem custado para patrulhar a fronteira? Vejam vocês o que nos custa o conflito interno da Colômbia, que é alimentado, hei de dizer, pelas correntes bélicas dos Estados Unidos, pelos cães de guerra que estão inventando guerras e conflitos para vender armas, alimentado pelo tráfico de drogas", disparou o presidente venezuelano.
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da France Presse, em Caracas
Ao menos 18 pessoas morreram neste domingo na Venezuela devido à queda de um helicóptero que fazia patrulha na fronteira com a Colômbia, informou hoje o presidente venezuelano, Hugo Chávez.
Entre os mortos está o general Domingo Faneite, comandante da Simulação de Operações Número 2. Também morreram 16 militares e um civil no acidente, informou Chávez durante seu programa semanal de rádio de TV "Alô, Presidente".
"Rendo meu tributo a estes soldados da pátria, sobretudo ao general Faneite, que foi meu cadete", disse o presidente, que é um tenente-coronel da reserva do Exército venezuelano, sem informar o local exato do acidente.
Depois de saudar aqueles que "morreram pela pátria", Chávez recordou que nesta semana o governo dos Estados Unidos "voltou a acusar" seu país de não colaborar concretamente com a luta contra o terrorismo em um documento que, no seu entendimento, reitera " a infâmia de que a Venezuela não patrulha sua fronteira."
"Quantas vidas nos tem custado para patrulhar a fronteira? Vejam vocês o que nos custa o conflito interno da Colômbia, que é alimentado, hei de dizer, pelas correntes bélicas dos Estados Unidos, pelos cães de guerra que estão inventando guerras e conflitos para vender armas, alimentado pelo tráfico de drogas", disparou o presidente venezuelano.
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o amor é lindo
Re: NOTÍCIAS

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O Hind 'E' consegue levar 18 soldados? não seria um Mi-17?
Helicopter crash kills 18 soldiers in Venezuela
Associated Press
Sun May 3, 5:09 pm ET
CARACAS, Venezuela – Eighteen Venezuelan soldiers, including a brigadier general, died when their helicopter crashed Sunday near Venezuela's border with Colombia, President Hugo Chavez said.
The soldiers were patrolling the 1,400-mile (2,300-kilometer) border separating Venezuela and Colombia when the local military base lost contact with the Mi-35 helicopter shortly after midday. The military helicopter crashed near the town of El Alto de Rubio, the state-run Bolivarian News Agency reported.
Neither Chavez nor the Venezuelan military mentioned the cause of the crash.
Two pilots and the entire crew were killed. Army Brig. Gen. Domingo Alberto Feneite was among the victims.
Chavez sent condolences to the families of the victims. "They died while they were on duty and serving the fatherland," he said.
Chavez also referred to U.S. allegations that his government has failed to prevent border incursions by Colombian rebels and right-wing paramilitaries.
"They say that we don't fight terrorism, and 18 soldiers die patrolling the border," Chavez said.
The U.S. State Department's annual assessment of terrorism released last week said Venezuela "did not systematically police" the border. It said both Colombian rebels and right-wing paramilitaries "regularly crossed into Venezuelan territory to rest and regroup as well as to extort protection money."
(This version CORRECTS model of helicopter)
AP
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Re: NOTÍCIAS
Informação errada. Segundo o forum da Latin American Aviation History Society LAAHS www.laahs.com foi um Mil-17 e não um Mil-35 de matrícula do exercito venezuelano EBV-08114Junker escreveu:![]()
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O Hind 'E' consegue levar 18 soldados? não seria um Mi-17?
Helicopter crash kills 18 soldiers in Venezuela
Associated Press
Sun May 3, 5:09 pm ET
CARACAS, Venezuela – Eighteen Venezuelan soldiers, including a brigadier general, died when their helicopter crashed Sunday near Venezuela's border with Colombia, President Hugo Chavez said.
The soldiers were patrolling the 1,400-mile (2,300-kilometer) border separating Venezuela and Colombia when the local military base lost contact with the Mi-35 helicopter shortly after midday. The military helicopter crashed near the town of El Alto de Rubio, the state-run Bolivarian News Agency reported.
Neither Chavez nor the Venezuelan military mentioned the cause of the crash.
Two pilots and the entire crew were killed. Army Brig. Gen. Domingo Alberto Feneite was among the victims.
Chavez sent condolences to the families of the victims. "They died while they were on duty and serving the fatherland," he said.
Chavez also referred to U.S. allegations that his government has failed to prevent border incursions by Colombian rebels and right-wing paramilitaries.
"They say that we don't fight terrorism, and 18 soldiers die patrolling the border," Chavez said.
The U.S. State Department's annual assessment of terrorism released last week said Venezuela "did not systematically police" the border. It said both Colombian rebels and right-wing paramilitaries "regularly crossed into Venezuelan territory to rest and regroup as well as to extort protection money."
(This version CORRECTS model of helicopter)
AP
Hélio
Re: NOTÍCIAS
Valor Economico/Notimp 04/05
Orbisat vende seis radares de vigilância para Exército e Sipam
Virgínia Silveira, para o Valor
de São José dos Campos
A Orbisat da Amazônia fechou a venda de cinco radares de vigilância aérea e terrestre a baixa altura para o Exército Brasileiro e um para o Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam). O radar SABER M-60 foi desenvolvido em parceria com o Centro Tecnológico do Exército, para atender o projeto Amazônia Protegida, cuja estratégia prevê o reaparelhamento dos pelotões de fronteiras com equipamentos que permitam realizar o monitoramento do território brasileiro de forma mais ampla e precisa.
O valor dos dois contratos não foi revelado, mas o preço médio de um equipamento similar no mercado gira em torno de US$ 2 milhões a US$ 3 milhões. A tecnologia dos radares SABER é 100% nacional e com ela o Brasil está entre os cinco países do mundo que dominam o desenvolvimento desse tipo de equipamento.
A Aeronáutica, segundo um dos sócios diretores da Orbisat, João Roberto Moreira Neto, também tem planos de comprar duas unidades do radar e já testou o equipamento na base militar de Santa Maria (RS). O Brasil, de acordo com Moreira Neto, ainda não possui radares que operem em baixa altura (até cinco mil metros) e, dependendo da região, algumas aeronaves clandestinas, de pequeno porte, conseguem voar sem serem detectadas.
"Se a aeronave está sobrevoando área na fronteira entre o Brasil e a Colômbia, por exemplo, não existe nenhum radar próximo que possa detectá-la a baixa altura". Os radares de controle de tráfego aéreo instalados em aeroportos, segundo Moreira Neto, conseguem detectar aeronaves em baixa altura, mas quando está a 100 km de distância, esse radar não consegue ver, porque a curvatura da Terra faz sombra aos aviões que voam baixo.
O radar da Orbisat permite rastrear e identificar o alvo em um raio de até 60 quilômetros. As informações são transmitidas em tempo real a um Centro de Operações de Artilharia Antiaérea, integrante do Sistema de Defesa Aeroespacial Brasileiro (SISDABRA). "A utilização desse tipo de radar é interessante no trabalho de proteção a pontos e áreas sensíveis, como indústrias, usinas, instalações governamentais e área de conferências de chefes de Estado."
O SABER, segundo o diretor de Projetos Militares da Orbisat, Ubiratan Marcondes, foi totalmente customizado para emprego em áreas tropicais. Por ser portátil e de baixo peso (250 quilos), pode ser facilmente transportado para qualquer lugar no território nacional ou empregado em missões de paz no exterior. "A instalação é feita em menos de 15 minutos."
O mercado brasileiro, de acordo com Marcondes, tem potencial para adquirir inicialmente de 40 a 60 radares na categoria do SABER.
Especializada em sistemas de radares para sensoriamento remoto e vigilância aérea, a Orbisat prevê faturamento de R$ 60 milhões este ano, o que representa um crescimento de 25% em relação a 2008. A empresa também atua no segmento de receptores de sinais de TV via satélite, com uma produção mensal de 40 mil unidades.
Outra área de atuação da Orbisat são os radares que fazem mapeamento cartográfico. A empresa investiu R$ 1,5 milhão no desenvolvimento do OrbiSAR RFP, voltado para uso civil e capaz de fazer o mapeamento de uma floresta, sem a interferência de nuvens e mesmo durante a noite.
Orbisat vende seis radares de vigilância para Exército e Sipam
Virgínia Silveira, para o Valor
de São José dos Campos
A Orbisat da Amazônia fechou a venda de cinco radares de vigilância aérea e terrestre a baixa altura para o Exército Brasileiro e um para o Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam). O radar SABER M-60 foi desenvolvido em parceria com o Centro Tecnológico do Exército, para atender o projeto Amazônia Protegida, cuja estratégia prevê o reaparelhamento dos pelotões de fronteiras com equipamentos que permitam realizar o monitoramento do território brasileiro de forma mais ampla e precisa.
O valor dos dois contratos não foi revelado, mas o preço médio de um equipamento similar no mercado gira em torno de US$ 2 milhões a US$ 3 milhões. A tecnologia dos radares SABER é 100% nacional e com ela o Brasil está entre os cinco países do mundo que dominam o desenvolvimento desse tipo de equipamento.
A Aeronáutica, segundo um dos sócios diretores da Orbisat, João Roberto Moreira Neto, também tem planos de comprar duas unidades do radar e já testou o equipamento na base militar de Santa Maria (RS). O Brasil, de acordo com Moreira Neto, ainda não possui radares que operem em baixa altura (até cinco mil metros) e, dependendo da região, algumas aeronaves clandestinas, de pequeno porte, conseguem voar sem serem detectadas.
"Se a aeronave está sobrevoando área na fronteira entre o Brasil e a Colômbia, por exemplo, não existe nenhum radar próximo que possa detectá-la a baixa altura". Os radares de controle de tráfego aéreo instalados em aeroportos, segundo Moreira Neto, conseguem detectar aeronaves em baixa altura, mas quando está a 100 km de distância, esse radar não consegue ver, porque a curvatura da Terra faz sombra aos aviões que voam baixo.
O radar da Orbisat permite rastrear e identificar o alvo em um raio de até 60 quilômetros. As informações são transmitidas em tempo real a um Centro de Operações de Artilharia Antiaérea, integrante do Sistema de Defesa Aeroespacial Brasileiro (SISDABRA). "A utilização desse tipo de radar é interessante no trabalho de proteção a pontos e áreas sensíveis, como indústrias, usinas, instalações governamentais e área de conferências de chefes de Estado."
O SABER, segundo o diretor de Projetos Militares da Orbisat, Ubiratan Marcondes, foi totalmente customizado para emprego em áreas tropicais. Por ser portátil e de baixo peso (250 quilos), pode ser facilmente transportado para qualquer lugar no território nacional ou empregado em missões de paz no exterior. "A instalação é feita em menos de 15 minutos."
O mercado brasileiro, de acordo com Marcondes, tem potencial para adquirir inicialmente de 40 a 60 radares na categoria do SABER.
Especializada em sistemas de radares para sensoriamento remoto e vigilância aérea, a Orbisat prevê faturamento de R$ 60 milhões este ano, o que representa um crescimento de 25% em relação a 2008. A empresa também atua no segmento de receptores de sinais de TV via satélite, com uma produção mensal de 40 mil unidades.
Outra área de atuação da Orbisat são os radares que fazem mapeamento cartográfico. A empresa investiu R$ 1,5 milhão no desenvolvimento do OrbiSAR RFP, voltado para uso civil e capaz de fazer o mapeamento de uma floresta, sem a interferência de nuvens e mesmo durante a noite.
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Re: NOTÍCIAS
viewtopic.php?f=3&t=3264&start=2400Bender escreveu:Valor Economico/Notimp 04/05
Orbisat vende seis radares de vigilância para Exército e Sipam
Virgínia Silveira, para o Valor
de São José dos Campos
A Orbisat da Amazônia fechou a venda de cinco radares de vigilância aérea e terrestre a baixa altura para o Exército Brasileiro e um para o Sistema de Proteção da Amazônia (Sipam). O radar SABER M-60 foi desenvolvido em parceria com o Centro Tecnológico do Exército, para atender o projeto Amazônia Protegida, cuja estratégia prevê o reaparelhamento dos pelotões de fronteiras com equipamentos que permitam realizar o monitoramento do território brasileiro de forma mais ampla e precisa.
O valor dos dois contratos não foi revelado, mas o preço médio de um equipamento similar no mercado gira em torno de US$ 2 milhões a US$ 3 milhões. A tecnologia dos radares SABER é 100% nacional e com ela o Brasil está entre os cinco países do mundo que dominam o desenvolvimento desse tipo de equipamento.
A Aeronáutica, segundo um dos sócios diretores da Orbisat, João Roberto Moreira Neto, também tem planos de comprar duas unidades do radar e já testou o equipamento na base militar de Santa Maria (RS). O Brasil, de acordo com Moreira Neto, ainda não possui radares que operem em baixa altura (até cinco mil metros) e, dependendo da região, algumas aeronaves clandestinas, de pequeno porte, conseguem voar sem serem detectadas.
"Se a aeronave está sobrevoando área na fronteira entre o Brasil e a Colômbia, por exemplo, não existe nenhum radar próximo que possa detectá-la a baixa altura". Os radares de controle de tráfego aéreo instalados em aeroportos, segundo Moreira Neto, conseguem detectar aeronaves em baixa altura, mas quando está a 100 km de distância, esse radar não consegue ver, porque a curvatura da Terra faz sombra aos aviões que voam baixo.
O radar da Orbisat permite rastrear e identificar o alvo em um raio de até 60 quilômetros. As informações são transmitidas em tempo real a um Centro de Operações de Artilharia Antiaérea, integrante do Sistema de Defesa Aeroespacial Brasileiro (SISDABRA). "A utilização desse tipo de radar é interessante no trabalho de proteção a pontos e áreas sensíveis, como indústrias, usinas, instalações governamentais e área de conferências de chefes de Estado."
O SABER, segundo o diretor de Projetos Militares da Orbisat, Ubiratan Marcondes, foi totalmente customizado para emprego em áreas tropicais. Por ser portátil e de baixo peso (250 quilos), pode ser facilmente transportado para qualquer lugar no território nacional ou empregado em missões de paz no exterior. "A instalação é feita em menos de 15 minutos."
O mercado brasileiro, de acordo com Marcondes, tem potencial para adquirir inicialmente de 40 a 60 radares na categoria do SABER.
Especializada em sistemas de radares para sensoriamento remoto e vigilância aérea, a Orbisat prevê faturamento de R$ 60 milhões este ano, o que representa um crescimento de 25% em relação a 2008. A empresa também atua no segmento de receptores de sinais de TV via satélite, com uma produção mensal de 40 mil unidades.
Outra área de atuação da Orbisat são os radares que fazem mapeamento cartográfico. A empresa investiu R$ 1,5 milhão no desenvolvimento do OrbiSAR RFP, voltado para uso civil e capaz de fazer o mapeamento de uma floresta, sem a interferência de nuvens e mesmo durante a noite.

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"A reconquista da soberania perdida não restabelece o status quo."
Barão do Rio Branco
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Re: NOTÍCIAS
Notícia boa é pra espalhar mesmo! Quando sair o resultado do FX, vão postar até nas forças terrestres!
http://www.tireoide.org.br/tireoidite-de-hashimoto/
Cuidado com os sintomas.
Você é responsável pelo ambiente e a qualidade do fórum que participa. Faça sua parte.
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Re: NOTÍCIAS
Depois de anos de segredo a Argentina finalmente apresentou sua bomba planadora guiada por GPS Dardo II.
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Ps: Porque será que está pintada de verde-amarelo?
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Ps: Porque será que está pintada de verde-amarelo?
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Re: NOTÍCIAS
Que legal!Sideshow escreveu:Depois de anos de segredo a Argentina finalmente apresentou sua bomba planadora guiada por GPS Dardo II.
Ps: Porque será que está pintada de verde-amarelo?
Agora só falta o avião pra lançar.
AD ASTRA PER ASPERA
- caixeiro
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Re: NOTÍCIAS
Andaram dando falta do MU na LAAD ele esteve nos EUA, o final da nota e bem interessante.
Abracos Elcio Caixeiro
Abracos Elcio Caixeiro
Ministro Mangabeira faz balanço de viagem aos EUA
Brasília, 24-04-09 - O ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República, Roberto Mangabeira Unger, se reuniu, na última semana, com líderes do governo americano, em Washington, para discutir alternativas em resposta à crise financeira mundial. Mangabeira viajou com a orientação do presidente Lula para ajudar a abrir duas novas frentes de colaboração potencial com os Estados Unidos para a criação de uma estratégia de desenvolvimento que integre os países sul-americanos.
A primeira frente, de acordo com o ministro, diz respeito às inovações institucionais em políticas públicas, que sirvam ao objetivo comum de ampliação de oportunidades econômicas e educativas. Já a segunda frente, se refere à construção de uma resposta comum à crise, com foco na economia real, de forma que veja o cenário econômico atual como uma oportunidade para ampliar a base produtiva e democratizá-la ao mesmo tempo.
A idéia básica do projeto é a construção de uma agenda de inovações institucionais que, segundo mangabeira, deve deixar de lado as discussões doutrinárias e os rótulos, para focar na prática de inovações concretas que serviriam a um objetivo comum.
"Precisa haver uma construção estratégica comum. A construção de um modelo de desenvolvimento que é o grande elemento ausente no projeto da União Sul-Americana e inclusive no projeto do Mercosul", diz.
Entre as áreas mais propícias para uma colaboração conjunta com os Estados Unidos e os países sul-americanos, discutidas em Washington, Mangabeira citou, entre outros, os agrocombustíveis, com a organização mundial do mercado para transformar esses produtos em commodities.
Ainda no setor de bicombustíveis, o ministro defendeu a produção de agrocombustíveis de segunda e terceira geração, a associação e o estabelecimento de parcerias com países que estão tecnologicamente mais avançados e a colaboração com países de terceiro mundo, sobretudo os africanos mais pobres, com a instalação da produção do biodiesel na África.
"O biodiesel tem um grande impacto social. Ele permite que pequenos e médios produtores participem diretamente da produção para o mercado mundial. Creio que uma iniciativa magnânima brasileira com ou sem a participação dos EUA traria grandes benefícios não só para a África, mas para o Brasil", ressalta Mangabeira.
Durante a viagem, Mangabeira esteve ainda com empresários e representantes de áreas estratégicas dos Estados Unidos, como o setor de condução de resposta à crise, de defesa e segurança e de coordenação das políticas domésticas.
Segundo avaliação o ministro, os Estados Unidos se mostraram abertos a um questionamento sobre as políticas adotadas até agora, e a discussão girou em torno de projetos nacionais apresentados pelo Brasil.
No setor de defesa e segurança, o ministro disse que ficou claro para os americanos o interesse brasileiro em aquisições militares que contribuam diretamente para o fortalecimento das capacitações autônomas. Nesse novo contexto, segundo o ministro, qualquer relação de defesa com os Estados Unidos terá de ser construída sobre uma nova base, que dará prioridade à independência tecnológica brasileira.
"Nem mesmo uma transferência substancial de tecnologia seria suficiente para justificar uma aquisição. Será necessário que qualquer grande transação comporte um elemento significativo de pesquisa e produção no Brasil", conclui o ministro.
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