Por exemplo, um Mangusta fica dando cobertura 100% do tempo e o Cougar desembarca uns 20 comandos. O Hind vai ter que fazer uma coisa de cada vez e só pode levar 8 soldados de uma vez, ou seja, vai fracionar ainda mais os grupos de combate (o que já ocorre com os atuais helis, o EB precisa de um CH-47 da vida).
Bolovo, porque você não pensa numa operação destas com menos soldados? Digamos que dez militares altamente treinados, comandos, digamos. Pois bem, para abordar um avião pequeno pousando numa pista no mato, dez soldados muito bem armados e equipados dão conta, não? Isto posto, agora veja só. Dois Mi-35 podem levar estes soldados com folga, e levam uma porrada de armas de vários tipos, inclusive ar-ar. Enquanto um Mi-35 desembarca cinco homens rapidamente, o outro cobre a operação. Depois inverte, o que estava apoiando desce e desembarca a tropa.
Os soldados voaram o tempo todo numa aeronave talhada desde sempre para o combate, combate direto mesmo, pois que é altamente blindada. veja bem, não placas aqui e ali, é blindagem geral.
"Ah, ma não precisa..." Talvez sim, talvez nbão, mas a capacidade está lá, sempre pronta e disponível.
Outra situação. Um Cocôugar levando o povo e um Mi-35 na escolta. O Mi-35 pode só escoltar, ou levar mais oito homens(máx). Ou pode descer no meio do fogo, pois que é mais blindado e armado. Tudo isso sem perder a capacidade de ataque de precisão e com armas burras.
A capacidade de levar um pequeno grupo de combate não é empecilho ao Mi-35, é um "além" um "algo mais". Portanto, numa situação de chapa quente, o Mi-35 pode resolver as duas questões.
Para abordar aviões perseguidos depois de pousados, quantos homens são necessários? Quem arrisca encarar dois Mi-35 com um canhão de 30mm, foguetes e mísseis ATAKA fazendo a cobertura? Traficantes? Duvido muitíssimo.
Acho que a FAB deve ter as razões dela prá fazer esta escolha.