Helicópteros de Ataque e Transporte
Moderadores: Glauber Prestes, Conselho de Moderação
- Alitson
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Estes foram estocados e não estão e não estarão a venda...Plinio Jr escreveu:Alitson...os canadenses disponibilizaram um pequeno lote de Hornets (A/B) há algum tempo, como parte de um reprograma de reestruturação da FA canadense..
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A&K M249 MK.I
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Perfeito, amigo Alitson, perfeito!Alitson escreveu:Grande Amigo...orestespf escreveu: E para acrescentar algo na sua idéia (F-18 SH), não podemos nos esquecer que os americanos oferecem muitos "brindes", um deles poderia ser o F-18A para operar no SP, interferindo pra nós em negociação com os canadenses. Aí até eu que sou mais bobo ficaria empolgado.
Abração,
Orestes
Não tem um único FA-18A/B em bom estado no deserto. Palavras estas de uma grande Fonte. Assim como, novamente, o problema não é catapulta do SP e sim a segurança de operação. Mesmo que tivéssemos Hornets Alpha/Beta em bom estado no deserto, estes não podem operar com segurança no A-12. Full sim, mas seguro não. E por hora(até 2020) a marinha irá operar o que é SEGURO no A-12. E esqueçam os Hornets do Canadá, não estão e não estarão a venda tão cedo. Quanto estiverem, bem o A-13(prefiro A-14, A-21, rs) já estará navegando e com catapultas de 75 metros.
Já quanto a helis, bem, são brindes tão caros quanto caças...![]()
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Abraços...
Eu não pensei nos F-18A/B (canadenses, os do deserto, não) operando em carga máxima no SP, pensei nos mesmos operando mais "leves". Acho que os americanos poderiam oferecê-los sim. Realmente os canadenses não colocaram os seus F-18 à venda, mas isso pode mudar do dia pra noite (até porque estão estocados mesmo), basta ter um "incentivo" da parte americana.
Quanto os hélis, perfeito, já existem ofertas sim.
Grande abraço,
Orestes
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orestespf escreveu:Cuidado, Wesley, o Jobim não sabe o significado do termo "dissuasão", ele faz uso do mesmo de várias maneiras.FIGHTERCOM escreveu:
Nem tanto né? Pensei em caças como Gripen/Rafale/EF2000.
Antes de falarem que o Gripen = Perna Curta, releiam o trecho abaixo:
O que precisamos é de uma estrutura de defesa dissuasória. Não se fala mais em conflitos clássicos, de um Estado nacional contra outro. Não temos esse tipo de ameaça na América do Sul. Precisamos ter a capacidade de monitorar e negar o espaço aéreo a terceiros.
Abraços,
Wesley![]()
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Ao pé da letra temos:
Dissuadir = Tirar de um propósito; fazer desistir; despersuadir; desaconselhar.
Depois ele fala em "capacidade de monitorar" e em seguida fala em "negar o espaço aéreo".
Pense bem sobre o que o NJ disse. Não tem contradição "aparente", mas uma coisa não bate se ele pensa no Rafale, por exemplo. Parece que ele não quer "projeção de poder" (aéreo).
Não vou detalhar, mas existe uma contradição "técnica" da declaração do NJ com a prática que vem se desenhando.
Abraços,
Orestes
Entendido Mestre.
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Mas um ponto interessante na declaração do Ministro NJ é: "O que precisamos é de uma estrutura de defesa dissuasória". O conceito de estrutura engloba diversos equipamentos e não somente a plataforma em si. Pouco se comenta sobre os armamentos e sensores que irão compor o futuro sistema de armas da FAB (E isso é preocupante).

Em um sentido mais amplo podemos incluir aí os sistemas AAAe para a FAB e EB. (a BAAN com caças de quarta geração sendo protegida por Iglas é uma piada)
![Cool 8-]](./images/smilies/icon_cool.gif)
Abraços,
Wesley
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Me perdoe pegar carona na conversa, mas o assunto "defesa dissuasória" é muito instigante.FIGHTERCOM escreveu: Mas um ponto interessante na declaração do Ministro NJ é: "O que precisamos é de uma estrutura de defesa dissuasória". O conceito de estrutura engloba diversos equipamentos e não somente a plataforma em si. Pouco se comenta sobre os armamentos e sensores que irão compor o futuro sistema de armas da FAB (E isso é preocupante).
Por exemplo: o modelo dissuasório para um país pequeno é diferente estruturalmente do modelo para um país continental?
Considere o modelo "retaliação desproporcional" como um modelo dissuasório.
Considere também modelo "defesa impenetrável" (tem vários outros tb!)
Qual é o melhor para o Brasil e ... do que NJ tava falando?
Desculpem a escorregada off-topic
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Olá Wesley,FIGHTERCOM escreveu:orestespf escreveu: Cuidado, Wesley, o Jobim não sabe o significado do termo "dissuasão", ele faz uso do mesmo de várias maneiras.![]()
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Ao pé da letra temos:
Dissuadir = Tirar de um propósito; fazer desistir; despersuadir; desaconselhar.
Depois ele fala em "capacidade de monitorar" e em seguida fala em "negar o espaço aéreo".
Pense bem sobre o que o NJ disse. Não tem contradição "aparente", mas uma coisa não bate se ele pensa no Rafale, por exemplo. Parece que ele não quer "projeção de poder" (aéreo).
Não vou detalhar, mas existe uma contradição "técnica" da declaração do NJ com a prática que vem se desenhando.
Abraços,
Orestes
Entendido Mestre.![]()
Mas um ponto interessante na declaração do Ministro NJ é: "O que precisamos é de uma estrutura de defesa dissuasória". O conceito de estrutura engloba diversos equipamentos e não somente a plataforma em si. Pouco se comenta sobre os armamentos e sensores que irão compor o futuro sistema de armas da FAB (E isso é preocupante).![]()
Em um sentido mais amplo podemos incluir aí os sistemas AAAe para a FAB e EB. (a BAAN com caças de quarta geração sendo protegida por Iglas é uma piada)![]()
Abraços,
Wesley
Vamos analisar a frase completa do Jobim: O que precisamos é de uma estrutura de defesa dissuasória. Não se fala mais em conflitos clássicos, de um Estado nacional contra outro. Não temos esse tipo de ameaça na América do Sul. Precisamos ter a capacidade de monitorar e negar o espaço aéreo a terceiros.
Vamos por partes... Peguei um link em um post do Leo com data de 2003, mas muito interessante, de lá passo as seguintes informações:
A doutrina estratégica que impera em países como Brasil é a doutrina da dissuasão. Desenvolvida nas décadas de 1940 e 1950, segundo o sueco Julian Líder, no livro Da Natureza da Guerra, a doutrina da dissuasão procura desencorajar o inimigo de atacar. Durante a Guerra Fria, as armas nucleares foram usadas com esse propósito pelas duas grandes potências de então — Estados Unidos e União Soviética. O norte-americano Bernard Brodie, escrevendo em 1946, sustentava, referindo-se ao arsenal nuclear: “Até o presente, o objetivo capital de nosso poder militar foi vencer guerras. Daqui em diante será evitá-las. Elas não podem ter outro propósito útil”.
Busca-se alcançar o objetivo político não mais pela vitória militar, capacidade positiva tornada extremamente perigosa, mas pela ação indireta graças à paralisia do adversário; portanto, graças a uma capacidade negativa que permite evitar a grande prova de força, quer dizer, graças à dissuasão.
Para países como o Brasil e seus co-irmãos de América Latina, a dissuasão é praticamente um fator externo, exercido pelos Estados Unidos. A liderança militar norte-americana sobre as Américas (e, agora, sobre todo o mundo) é a verdadeira dissuasão contra improváveis ataques inimigos em relação a qualquer país latino-americano.
Veja a contradição, o Jobim diz que precisamos de uma estrutura de defesa dissuasória, mas esta é a que temos, porém totalmente ultrapassada. Logo não precisamos de uma estrutura de defesa dissuasória, precisamos modernizá-la e sairmos da "aba" americana.
Depois desta abobrinha sem sentido, o Jobim me solta a contradição: "precisamos ter a capacidade de monitorar e negar o espaço aéreo a terceiros". Pra mim a negação do espaço aéreo é para dificultar o controle do espaço aéreo por parte do inimigo ou do uso deste controle.
A capacidade de monitoramento do espaço aéreo nós já temos e faz tempo (Cindactas), mas é necessário modernizar os equipamentos.
O Jobim não sabe o significado da expressão dissuasão e nem negação do espaço aéreo, ele praticamente usa estas coisas como sinônimos e está longe de ser.
Repito, o que ele quer dizer é que não teremos "projeção de poder" na FAB, mas isso nós nunca tivemos. Basta ver os nossos caças F-5 perna curta e poucos M-III (e agora M-2000) para defesa aérea. Pode-se até imaginar o A-1 fazendo isso, mas este caça não foi desenvolvido para projeção de poder, longe disso, é apenas um vetor de ataque.
O que o Jobim se esquece (ou não sabe) é que dissuasão se obtém de várias formas e não apenas com equipamentos militares, esta é apenas uma forma de se fazer isso.
Não sei o que passou na cabeça do Jobim ao dizer tal coisa, mas pode ser que ele estivesse pensando em comprar caças "imponentes" como uma forma de fazer um potencial inimigo desistir de qualquer investida. Logo é muito vago o que ele disse, porque não importa o caça em si para realizar este papel, mas sim caças efetivamente operacionais e muito bem armados, preparados para entrar em ação a qualquer momento. Isso sim ajuda na questão da dissuasão. Outro ponto, realizar vários exercícios em conjunto com outras forças de outros países e começar a vencer os combates simulados, isto faz o inimigo pensar duas vezes antes de tentar se aventurar.
Resumindo, amigo Wesley, o que o Jobim disse não serve pra nada, não se pode concluir ou tirar algo de útil das falas dele, ele apenas tentou falar bonito pra jornalista. Ignore!
Abração,
Orestes
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O Jobim não sabia sobre o que estava falando, Knight, quis falar bonito para o jornalista, só isso.Knight escreveu:Me perdoe pegar carona na conversa, mas o assunto "defesa dissuasória" é muito instigante.FIGHTERCOM escreveu: Mas um ponto interessante na declaração do Ministro NJ é: "O que precisamos é de uma estrutura de defesa dissuasória". O conceito de estrutura engloba diversos equipamentos e não somente a plataforma em si. Pouco se comenta sobre os armamentos e sensores que irão compor o futuro sistema de armas da FAB (E isso é preocupante).
Por exemplo: o modelo dissuasório para um país pequeno é diferente estruturalmente do modelo para um país continental?
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Abraços,
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