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Assuntos em discussão: Força Aérea Brasileira, forças aéreas estrangeiras e aviação militar.

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Marino
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#3541 Mensagem por Marino » Seg Set 24, 2007 9:17 am

Do Correio Brasiliense.
Parece que estão publicando uma série de reportagens sobre as FFAA:

Correio
Defesa Nacional
Com as asas no chão
Crise aérea trouxe à tona um problema enfrentado há anos pela Aeronáutica: a frota envelhecida. Apenas 37% dos aviões estão disponíveis para ações de defesa. E oito em cada 10 aeronaves têm mais de 17 anos de uso
Leonel Rocha
Da equipe do Correio

A Força Aérea Brasileira é um pássaro de vôo baixo. O problema é antigo. Mas agora, com o envolvimento da Aeronáutica na crise da aviação civil, descobriu-se que a velha FAB também tem olhos frágeis e muita dependência. Responsável pelos quatro Cindactas, os Centros Integrados de Defesa e Controle do Tráfego Aéreo, a força foi atingida pelos estilhaços das duas maiores tragédias da aviação civil brasileira: a queda do Boeing da Gol, em setembro do ano passado, no Mato Grosso, causando a morte de 174 passageiros; e a explosão do avião da TAM, em 17 de julho último, no aeroporto de Congonhas, quando morreram 199 pessoas.
Os dois acidentes ocorreram no mesmo período em que sargentos controladores de vôo se rebelaram. Eles denunciaram excesso de trabalho, baixos salários e falhas nos equipamentos dos centros de controle do tráfego aéreo e militar mantidos pela Aeronáutica. O comandante da Força, brigadeiro-do-ar Juniti Saito, foi várias vezes ao Congresso depor em duas comissões parlamentares de inquérito que investigam o caos aéreo no país. Ele sempre apontou o histórico baixo orçamento para justificar a ineficiência no controle do tráfego que ainda hoje alimenta uma crise política que envolve a Infraero, a estatal que cuida dos aeroportos, e a Agência Nacional de Aviação Civil. Saito passou a ser depoente freqüente nas audiências do Legislativo. Em uma delas, entregou documento secreto onde confessa, além dos problemas no sistema de controle da aviação civil, o baixo poder de fogo da FAB.
Relatório secreto da Aeronáutica, apresentado há duas semanas na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Congresso e obtido pelo Correio, traça um cenário assustador. O capítulo sobre as Conseqüências do não atendimento das necessidades orçamentárias faz um alerta: “O não atendimento das reais necessidades impacta nas metas a serem alcançadas no período, condenando a Força Aérea Brasileira a permanecer no atual estado de obsolescência de seus equipamentos e precário emprego operacional como força de defesa dos valores nacionais”.


Penúria da frota

A situação da frota é de penúria. Das pouco mais de 700 aeronaves, menos de 500 podem ser utilizadas. Dessas, somente 263 estão disponíveis para a defesa aérea. Uma quantidade próxima de aviões velhos está nos hangares em manutenção. Segundo a própria força, a constrangedora disponibilidade de 37% dos aviões está longe da meta mínima que é um pouco mais da metade para ter capacidade de defender o território. Mais de 200 aviões de combate e de reconhecimento, helicópteros de transporte (o Brasil não tem os de ataque) e aeronaves radar estão nos parques de material aeronáutico e tão cedo não sairão do hangar porque dependem de verdadeiras reconstruções.
Só três projetos — o do A-29, nome técnico do Supertucano fabricado pela Embraer; o F-2000, o usado comprado da França; e o R-99, um moderno avião radar de reconhecimento — estão com a utilização um pouco acima da média, segundo o documento produzido pela Aeronáutica. São equipamentos que estão dentro do prazo de garantia e, se não receberem manutenção exigida pelo fabricante, a Aeronáutica não poderá reclamar defeitos. Depois do prazo, cairá na vala comum da manutenção.
O relatório da força revela que, além de poucas, as asas da FAB são antigas. Oito em cada 10 aeronaves têm mais de 15 anos de operação. “Os custos para a manutenção de uma frota cada vez mais envelhecida são significativos”, diz o documento. E alerta o Congresso Nacional para a gravidade de um orçamento abaixo das necessidades mínimas da força, que tem a maior interface de prestação de serviços com a população civil.
O trabalho elaborado pela FAB traz revelações que preocupam os especialistas em defesa nacional. Ele faz um ranking do poder aéreo na América Latina. E a posição do Brasil não é boa. O país não tem, segundo o documento, mísseis de médio alcance (ar-ar) e ar-superfície, helicópteros de ataque ou bombas inteligentes. Todas essas armas são comuns nas forças do Peru, Venezuela e Chile, esse último considerado o país com maior poder militar da América Latina (veja ilustração). De acordo com o relatório da FAB apresentado aos congressistas, os venezuelanos são a maior potência no item “defesa aérea” na região.
No ranking geral, o Brasil manteve a primeira posição com certa folga na América Latina. Não em conseqüência de maiores investimentos nas Forças Armadas, mas pelo tamanho do aparato militar, pela maior quantidade de caças, blindados, navios e efetivos, embora muitos deles próximos à obsolescência. O governo brasileiro anunciou a compra de 12 caças Migare 2000C usados, que serão incorporados até o próximo ano. Adquiriu também nove F-5E/F da Arábia Saudita e seis helicópteros UH-60L Black Hawk americanos, também usados. Mas nenhum desses equipamentos torna-se eficiente no chão. A única força cujo patrono é o civil Alberto Santos Dumont, o inventor do avião, está no chão.
"O não atendimento das reais necessidades impacta nas metas a serem alcançadas no período, condenando a Força Aérea Brasileira a permanecer no atual estado de obsolescência de seus equipamentos e precário emprego operacional como força de defesa dos valores nacionais"
Trecho do relatório entregue à Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional




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Degan
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#3542 Mensagem por Degan » Seg Set 24, 2007 9:37 am

Não sou em que tenho que provar a negação, você afirma, portanto tem que provar.


Amigo, tú eres quién insiste que TODO debe ser publicado en DSCA, poniendo como ejemplo TODAS las vetas a la OTAN….esa es tu base argumental, así que tú debes demostrar que eso es así.
Cuidado, no niego que el congreso debe ser informado, pero la publicación en DSCA no es el único camino.
Yo ya demostré que te equibocas...no TODO se publica en DSCA... :wink:

Porque essas armas que citou não foram ao FMS? Por acaso até me lembro do contrato de manutenção do SM-1 via FMS.


Simple, porque NO TODAS las compras tienen que ser publicadas en el DSCA…PUNTO.
Además, la publicación de soporte postventa de los SM-1 fue posterior a su compra, así que no es argumento.
Aún espero los pdf del DSCA con la confirmación del listado que te pedí.

AIM-120, Tomawak, Harm, ou Harpoon são MDE, por exemplo.


Dejate de especular…ahí habla de montos, no de SdA.
Un AMRAAM cuesta menos de 14 millones, y 200 Paveway bastante mas….
Por último dime: ¿Dónde dice ahí que DEBE ser publicado en el DSCA…?.

Francês regalando avião? Sei...


Estoy de acuerdo, ese es un eufemismo, pues el verdadero negocio está en la modernización, amarrada a los carisismos sistemas franceses.




Chile, fértil provincia y señalada, de la región antártica famosa, que no ha sido por rey jamás regida, ni sus tierras y dominios sometida!!!.
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Junker
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#3543 Mensagem por Junker » Seg Set 24, 2007 12:21 pm

Mais uma:
Aerospace & Defence
New trans-Atlantic special relationship could ride on unmanned air vehicle wings
By: Keith Campbell
Published: 21 Sep 07 - 8:45

Although no decision has yet been taken, there is a real possibility that Brazil might invest in South African State-owned defence industrial group Denel’s Bateleur medium-altitude long-endurance (MALE) unmanned air vehicle (UAV) project.

The two countries are already successfully cooperating in the development of the Denel A-Darter infrared (IR) homing air-to-air missile. The A-Darter programme is reported to be going very well, and appears to be opening the door to further bilateral defence technology development cooperation between the two countries.

The Brazilian Air Force is studying UAV designs from around the world, including from Denel. Their interest is not in aircraft that are already in production, but in new projects in whose development Brazil can participate. The Bateleur falls into that category.

Unveiled at Africa Aerospace and Defence 2004 in Pretoria, in mock-up form, it was then hoped that the design would make its first flight during the first half of 2006. However, lack of finance prevented the UAV from being developed to that stage. Although both the South African Air Force and the South African Navy need a platform like the Bateleur, lack of funding has meant that neither has been able to issue a formal requirement for a MALE UAV, nor invest in the completion of the Bateleur project.

Denel has sought to reduce the time and cost of developing the Bateleur, and minimise its price on the market, by using proven systems and subsystems from the company’s current Seeker II UAV and Skua high-speed target drone systems, and by using commercial off-the-shelf equipment. For example, the Bateleur will use the same ground control station as the Seeker II.

The Bateleur is planned to have an endurance of 18 to 24 hours, an operational radius of up to 750 km, a maximum altitude above 8 000 m, a maximum cruise speed of 250 km/h, a minimum loiter speed of 120 km/h and a payload mass of 1 t. The design includes a satellite communications system. The UAV would take off and land on paved runways like a conventional aircraft, but automatically, and would be equipped with a retractable undercarriage.

Of modular composite construction, it will have (in its initial version) a wingspan of 15 m.

The company adopted the modular concept for very practical reasons: disassembled, a Bateleur will be able to be fitted into a 6-m ISO shipping container; moreover, the modular approach makes it easier to adapt the airframe in the future to carry heavier payloads which would overstress a rigid design. Thus, with the Bateleur, it will be possible to increase the wingspan to generate more lift to counter the effects of a heavier payload. Likewise, it will be easy to redesign the payload module, while leaving the rest of the UAV unchanged.

Initially, proposed payloads included the Carl Zeiss Optronics (previously Denel Optronics) Argos-410 electro-optical (E/O) and IR system (with optional laser rangefinder), the Carl Zeiss Optronics Goshawk-350 E/O and IR system (also with optional laser rangefinder), a laser designator, electronic intelligence equipment, and/or synthetic aperture radar.

Brazilian investment would, as it has with the A-Darter, provide the added funding necessary to drive the project forward. The finalisation of the A-Darter project is known to be budgeted at $104-million, which is being split 50:50 between South Africa and Brazil. (It is not known how much South Africa spent on the programme before Brazil joined it.)

The A-Darter will be a fifth-generation weapon. For example, it will have a longer range than current IR-homing missiles (which are short-range weapons) and will, after launch, reportedly be able to turn 180 degrees and hit targets behind the launch aircraft.

Imagem
Imagem


http://www.engineeringnews.co.za/articl ... _id=117357




Jacobs
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#3544 Mensagem por Jacobs » Seg Set 24, 2007 12:32 pm

Nossa, esse UAV da Denel é bonitão!




AlbertoRJ
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#3545 Mensagem por AlbertoRJ » Seg Set 24, 2007 12:38 pm

Do site do Departamento de Estado dos EUA:

Certain license applications and other export authorization requests must be notified to the Congress: 1) Any agreement that involves the overseas manufacture of Significant Military Equipment; 2) A license for the export of firearms in the amount of $1 million or more; 3) In the case of proposed exports of Major Defense Equipment, any request with a value equal to or greater than $14 million ($25 million in the case of NATO member states, Japan, Australia, and New Zealand); 4) In the case of any other proposed export of defense articles, defense services, and/or technical data, any request with a value equal to or greater than $50 million ($100 million in the case of NATO member states, Japan, Australia, and New Zealand). Please keep in mind that this requirement typically adds six to nine weeks to the process for license application review and adjudication.


http://pmddtc.state.gov/congnotify_intro.htm

Nesse site tem a lista de todas as vendas diretas (DoS) de 2001 até hoje.

Sobre FMS:

Once Congress has been notified of a proposed arms sale under Section 36(b) AECA, the President must publish an unclassified version of the notification on the Federal Register:
Federal Register web page: http://www.gpoaccess.gov/fr/advanced.html
Copies of DSCA Press Releases are posted on the web page (http://www.dsca.mil)


Após a notificação ao congresso é necessária uma publicação de uma versão dessa notificação nos sites do Federal Register e DSCA.
http://www.dsca.mil/programs/biz-ops/admin/FMS%2036b%20process%20for%20web.ppt

Pelo que entendi, Isso vale a partir de 2001.

Abraços




Alberto -
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Kratos
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#3546 Mensagem por Kratos » Seg Set 24, 2007 1:00 pm

Uma coisa que essas reportagens de tem de frisar é que em menos de duas décadas, na penúria atual, a Marinha Brasileira deixará de existir, a FAB um pouco depois, e o EB vai entrar em coma profundo.




O pior dos infernos é reservado àqueles que, em tempos de crise moral, escolheram por permanecerem neutros. Escolha o seu lado.
WalterGaudério
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#3547 Mensagem por WalterGaudério » Seg Set 24, 2007 1:32 pm

Jacobs escreveu:Nossa, esse UAV da Denel é bonitão!


Vamos ficar atentos que até o fim do ano virá uma surpresa (boa- e não é a Juliana Paes) da FAB. Eu mesmo não sei qual é. Mas não está relacionada ao FX. Pode ser na área de UAVs, ou (é nisso que eu acredito) na área de artilharia anti-aérea.

sds

Walter




Só há 2 tipos de navios: os submarinos e os alvos...

Armam-se homens com as melhores armas.
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Degan
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#3548 Mensagem por Degan » Seg Set 24, 2007 1:36 pm

Realmente lindo e interesante el proyecto UAV…. :shock:

Projeto,

1. Primero, el método de compra FMS (Foreign Military Sales) no es el único, también está el DCS (Direct Commercial Sales).
2. Esta es la obligación legal de información al congreso, quién vigila que no existan “cosas raras” respecto a leyes, tratados internacionales, etc…

http://uscode.house.gov/uscode-cgi/fast ... 0%20%20%20

Verás que en NINGUNA parte se indica que lo anunciado al congreso debe ser publicado en el DSCA. También queda claro que la decisión de venta la toma el poder ejecutivo, no el legislativo.
Por último, existen muchas formas de compras:

http://pmddtc.state.gov/aeca.htm

Puedes rebuscar cada una de ellas aquí, poniendo en “Title” 22 y en “section” el número de la section que te interesa, en el punto 2 entrego el link con la explicación de la section:

2776 - Reports on Commercial and Governmental Military Exports; Congressional Action


Insisto, existen ventas conocidas de armas de USA a Chile que no han pasado por el DSCA…

Saludos,




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Alitson
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#3549 Mensagem por Alitson » Seg Set 24, 2007 1:39 pm

cicloneprojekt escreveu:
Jacobs escreveu:Nossa, esse UAV da Denel é bonitão!


Vamos ficar atentos que até o fim do ano virá uma surpresa (boa- e não é a Juliana Paes) da FAB. Eu mesmo não sei qual é. Mas não está relacionada ao FX. Pode ser na área de UAVs, ou (é nisso que eu acredito) na área de artilharia anti-aérea.

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Walter


Podem ser os dois ou nada!!!!!! hehehe

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G&P M4A1
G&P M16A3+M203
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#3550 Mensagem por WalterGaudério » Seg Set 24, 2007 1:50 pm

Alitson escreveu:
cicloneprojekt escreveu:
Jacobs escreveu:Nossa, esse UAV da Denel é bonitão!


Vamos ficar atentos que até o fim do ano virá uma surpresa (boa- e não é a Juliana Paes) da FAB. Eu mesmo não sei qual é. Mas não está relacionada ao FX. Pode ser na área de UAVs, ou (é nisso que eu acredito) na área de artilharia anti-aérea.

sds

Walter


Podem ser os dois ou nada!!!!!! hehehe

[]s :wink:


O FX não sai mais esse ano. :evil: :evil: :? :( O Hotratio é meio meticuloso nas suas decisões.(...)




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#3551 Mensagem por AlbertoRJ » Seg Set 24, 2007 2:01 pm

Degan escreveu:
Verás que en NINGUNA parte se indica que lo anunciado al congreso debe ser publicado en el DSCA. También queda claro que la decisión de venta la toma el poder ejecutivo, no el legislativo.
Por último, existen muchas formas de compras:

http://pmddtc.state.gov/aeca.htm

Puedes rebuscar cada una de ellas aquí, poniendo en “Title” 22 y en “section” el número de la section que te interesa, en el punto 2 entrego el link con la explicación de la section:

2776 - Reports on Commercial and Governmental Military Exports; Congressional Action


Insisto, existen ventas conocidas de armas de USA a Chile que no han pasado por el DSCA…

Saludos,


Retirado do documento que você postou, "The Arms Export Control Act":

The President shall cause to be published in a timely manner in the Federal Register, upon transmittal to the Speaker of the House of Representatives and to the chairman of the Committee on Foreign Relations of the Senate, the full unclassified text of -


Sobre o que eu postei:

Imagem

http://www.dsca.mil/programs/biz-ops/admin/FMS%2036b%20process%20for%20web.ppt

Entendo que existem os registros de vendas de armas a partir de 2001.

Abraços




Alberto -
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Degan
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#3552 Mensagem por Degan » Seg Set 24, 2007 2:20 pm

Projeto....

Los registros existen, los comunicados al congreso existen, etc, etc...

Solo digo que NO ES EXIGENCIA que TODO se indique en el DSCA.

Ya tienes ejemplos claros, ya tienes la legislación completa y ya sabes que no todo es FMS...

:cry:




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#3553 Mensagem por AlbertoRJ » Seg Set 24, 2007 2:27 pm

Degan escreveu:Projeto....

Los registros existen, los comunicados al congreso existen, etc, etc...

Solo digo que NO ES EXIGENCIA que TODO se indique en el DSCA.

Ya tienes ejemplos claros, ya tienes la legislación completa y ya sabes que no todo es FMS...

:cry:


Degan, pode ser que tenhas razão, Só entendo que, após o necessário comunicado, estes devem ser publicados com conteúdo não classificado no Federal Register, cuja consulta é pública. Me parece que a notificação pública é obrigatória e que o DSCA faria a publicação de "press releases" das notificações.

Abraços




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#3554 Mensagem por Degan » Seg Set 24, 2007 2:36 pm

Ok...¿donde están los registros de autorización de venta, montos y cantidades de Paveway, AIM-9M, SM-1 y Seasparrow...???.

Saludos,




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#3555 Mensagem por AlbertoRJ » Seg Set 24, 2007 2:37 pm

Degan escreveu:Ok...¿donde están los registros de autorización de venta, montos y cantidades de Paveway, AIM-9M, SM-1 y Seasparrow...???.

Saludos,


Quando foram vendidos? Como expliquei, existem registros a partir de 2001.

Abraços




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