Original Vietnam Tiger Stripe™
Battle Dress Uniforms

ABU
Airmen Battle Uniform

Digital Tiger™
Advanced Pixilated Tiger Stripe

Abraços!!!

Moderadores: J.Ricardo, Conselho de Moderação
Piffer escreveu:Alcantara escreveu:Sniper escreveu:É difícil de entender certas "doutrinas" americanas...
O que um cara da Força Aérea esta fazendo em um bote na água? É muita redundância...
Forward Air Control?![]()
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Abraços!!!
O que nós chamamos de CAA (Controlador Aéreo Avançado), os americanos chamam de TACP (Tactical Air Control Party) - e o caso do cidadão que aparece na foto.
O que nós chamamos de GAA (Guia Aéreo Avançado), os americanos chamam de FAC (Forward Air Controller).
O CAA é um FABiano que fica junto do comando da força terrestre, com a finalidade de assessorar os comandantes quanto ao emprego das aeronaves e que vai também controlar e coordenar as missões da FAB.
O GAA é um militar qualquer que tenha a habilitação (quase todos os cursos operacionais do EB fazem isso) que irá guiar a aeronave até o alvo.
Abraços,
vilmarmoccelin escreveu:Clermont escreveu:A INFANTARIA NAVAL AMERICANA VAI À GUERRA.
The Strategypage
12 de julho de 2007: A Marinha dos Estados Unidos acabou de criar o Esquadrão Ribeirinho 3. Enquanto o Esquadrão Ribeirinho 1 já estava no Iraque há três meses, a primeira unidade ribeirinha da Marinha americana a ver combate desde a Guerra do Vietnam nos anos 1960. O Esquadrão Riberinho 2 está empreendendo treinamento.
Esperava-se que o Esquadrão Ribeirinho 1 tivesse deixado o Iraque no último ano. Mas ocorreram os atrasos normais, o principal sendo a percebida necessidade de prover algum treinamento intenso para os marinheiros que iriam manejar os barcos, e realizar a luta. Portanto, as primeiras unidades ribeirinhas receberam mais treinamento anfíbio e de infantaria, muito dele fornecido por instrutores do Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos. Antes, o Exército e os Fuzileiros Navais tinham fornecido a maioria das unidades ribeirinhas no Iraque. Existiam alguns marinheiros lá também, mas não como unidades ribeirinhas organizadas. O Grupo Ribeirinho 1, agora tem três esquadrões (cada um com 230 marinheiros e doze barcos de 39 pés (11,8 m). Com tropas de comando e de apoio, o grupo tem 900 elementos e 36 barcos armados. Cada barco tem uma tripulação de dezesseis e está armado com metralhadoras e lança-granadas automáticos.
A Marinha está tentando eliminar movimentos terroristas ao longo e através dos principais rios no Iraque. Isso é similar à bem-sucedida campanha ribeirinha que a Marinha travou no Vietnam, quatro décadas atrás, utilizando barcos “rápidos” de 50 pés (15,2 m).
A Marinha estabeleceu, oficialmente, seu “Comando Expedicionário de Combate Naval” (Naval Expeditionary Combat Command ou NECC) em 2005. Essa organização, eventualmente, irá crescer até conter 40 mil marinheiros, todos os quais serão treinados para trabalhar e combater, em terra. O Corpo de Fuzileiros Navais tem sentimentos mistos sobre isso, pois os Fuzileiros Navais tem, há muito, sido as tropas de combate terrestres da Marinha.
Mas, nesse meio tempo, há abundância de marinheiros (cerca de 10 mil) que já serviram em terra, no Iraque e no Afeganistão. Esses incluem tropas de construção (Seabees), pessoal médico e de apoio, além de conselheiros para reviver a marinha iraquiana. Mas a Marinha sabe que pode fazer mais, e quer fazer isso com marinheiros e não com fuzileiros navais.
Por quê não continuar utilizando fuzileiros navais para isso? Bem, os Fuzileiros Navais não pertencem à Marinha, contrariamente ao que muitos pensam. Ambos, a Marinha e os Fuzileiros Navais são parte do Departamento da Marinha (o Departamento do Exército e o Departamento da Força Aérea, cada um, tem, somente, um componente). Os Fuzileiros Navais costumavam ser parte da Marinha *, mas com o passar dos anos, eles obtiveram mais e mais autonomia. Eles são, agora, para todos os propósitos práticos, uma força armada independente.
Quando o Corpo de Fuzileiros Navais começou, mais de dois séculos atrás, como marinheiros treinados e equipados para lutarem como infantes, eles eram parte da Marinha e parte das tripulações dos navios. Isso mudou, radicalmente, no fim do século XIX, quando navios à vapor, totalmente metálicos, substituíram os navios à vela, de madeira. Os novos “navios de ferro”, realmente, não precisavam de fuzileiros navais e houveram propostas para eliminá-los. Os Fuzileiros Navais americanos se organizaram e responderam.
Os Fuzileiros Navais se saíram bem como “Tropas do Departamento de Estado” na América Latina por meio século (final do séc. XIX até pouco antes da Segunda Guerra Mundial), onde as tropas americanas eram necessárias para lidar com desordem civil. Durante a Grande Guerra de 1914, eles forneceram uma brigada para combate terrestre na Europa, onde demonstraram excepcionais habilidades de combate. Enquanto a Segunda Guerra Mundial se aproximava, o Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos estava com a bola toda quando a Marinha compreendeu que poderia ter de utilizar assaltos anfíbios para tomar ilhas japonesas pesadamente fortificadas. Durante a Segunda Guerra Mundial, os Fuzileiros Navais formaram suas primeiras unidades de tamanho divisão, e terminaram a guerra com seis divisões. O Corpo de Fuzileiros Navais não era mais apenas uma parte menor da Marinha, mas à caminho de se tornar uma quarta força armada. No próximo meio século, ele, basicamente, obteve esse objetivo. Mas, ao fazer isto, a Marinha perdeu o controle de suas tropas terrestres.
A Marinha ainda queria e precisava de forças terrestres. Portanto, tendo perdido o controle do USMC, a Marinha criou o NECC. Essa organização irá conter marinheiros treinados e equipados para operações terrestres que a Marinha acredite precisar estar envolvida. Algumas dessas ainda estão na água, como operações ribeirinha (pequenas canhoneiras e transportes de tropas para controlar águas fluviais e costeiras contra irregulares), e infantaria naval para defender bases terrestres da Marinha em território hostil. Há uma necessidade bem agora, no Iraque, e no futuro, a Marinha vê uma situação similar aparecendo. Portanto, já que os almirantes não podem mais enviar os Fuzileiros Navais para onde bem quiserem, o NECC fornecerá a infantaria naval, que irá se mover rapidamente, quando um almirante precisar de alguns grunts no chão.
_________________________
* : Na verdade, o USMC nunca foi parte da Marinha dos Estados Unidos, mesmo na sua criação, no tempo da Guerra de Independência, quando era conhecido como Continental Marines. Ele sempre foi uma organização separada, embora, em simbiose com a Marinha. Somente depois da Segunda Guerra Mundial, foi o Corpo declarado, por lei do Congresso, como força autônoma.
Pra mim o esquema brasileiro é mais lógico, afinal os fuzileiros navais PRECISAM dos navios, e quem opera estes é a Marinha...
Uma coisa que eu acho bem interessante na nossa marinha são os GRUMECS, que fazem parte da força de submarinos, já que o 'meio' que eles usam para se deslocar são os submarinos...
Mas os gringos tem dinheiro... Todas as FFAA tem sua aviação, todos tem sua força de helicópteros, etc... É aquilo... Tendo-se dinheiro pode se fazer a bagunça que quiser...
”Os alemães, durante a guerra, não tinham apelidos para seus adversários... Teufelhunde (cães do diabo), para os fuzileiros navais americanos foi inventado por um correspondente americano; os alemães nunca usaram isso.”
”Estando tão inseguros de seu valor para seu país que insistiram em inscrever dentro da lei, um conjunto completo de regras e especificações para suas futuras missões e operações. Tal congelamento de detalhes... é ingênuo, e mesmo vicioso.”
”O CMC [Comandante do Corpo de Fuzileiros Navais, o então general A. M. Gray] deseja o máximo de cobertura da mídia para o USMC... A mídia é a ferramenta através da qual podemos contar aos americanos sobre a dedicação, motivação e sacrifícios de seus fuzileiros navais. Os comandantes devem incluir exigências de assuntos públicos em seus planejamentos operacionais para assegurar que os feitos de nossos fuzileiros sejam relatados ao público.”
É vero. Por outro lado, também não se pode desconsiderar o fato de que, aqueles que, por um motivo ou outro, sejam afetivamente vinculados ao U.S. Marine Corps, dificilmente, corroborariam as críticas.cabeça de martelo escreveu:Dúvido...já agora, leste as resposta de algumas das pessoas do blog? É que este texto "esquece-se" de muitas coisas e foca-se em apenas algumas coisas.
se fosse no Brasil essa hora tinha gente dando chilique!!Bolovo escreveu: Alias, uma foto interessante, com todos os novos padrões de camuflagem (ABUPAT da USAF, MARPAT dos Marines, ACUPAT do US Army e os antigos BDU woodland lá atrás).
Ano passadeo tive contato com uns militares americanos eles usam o ACU. Teve até um companheiro que comentou na sacanagem: "o gringo veio de farda de ralo só pra dizer que é operacional!"Piffer escreveu: Aquela foto é do tempo da transição. No Exército americano de hoje só tem o ACU. E uns 90% deles deve ser de deserto. Inclusive os americanos que estão em cursos no Brasil (EsAO, ECEME, CEP) usam o de deserto porque é o padrão lá nos EUA. Somente uns cidadãos perdidos por aí (Panamá, Colômbia, Coréia etc) devem usar outro que não o de deserto.
Abraços
Agora deixa o padrão mudar de deserto para selva para vocês verem, vai ter neguinho falando que os EUA estão se preparando para invadir o Brasil.Piffer escreveu:Que é isso, Guerra?
Aquela foto é do tempo da transição. No Exército americano de hoje só tem o ACU. E uns 90% deles deve ser de deserto. Inclusive os americanos que estão em cursos no Brasil (EsAO, ECEME, CEP) usam o de deserto porque é o padrão lá nos EUA. Somente uns cidadãos perdidos por aí (Panamá, Colômbia, Coréia etc) devem usar outro que não o de deserto.
Abraços
Que belos alvos para o meu SVD DragunovBolovo escreveu:Ok, Pablo. Primeiro o treinamento dos marinheiros dos NECC nos EUA.
Agora em operações conjuntas com os Marines no Iraque, alias, tem até um cara da USAF.
esse é Marine
esse é da USAF
esse é da USN
esse também